Homem de 27 anos chamou funcionária de "piranha", quebrou lixeiras e afirmou que "a polícia era ele" antes de ser detido
O que deveria ser um domingo de lazer, transformou-se em cena de vandalismo e desrespeito. Na noite do último domingo (4), um hóspede de 27 anos protagonizou um episódio de violência verbal e dano ao patrimônio em um hotel de Caldas Novas, um dos estabelecimentos mais procurados da cidade turística goiana.
O incidente começou na área das piscinas, onde uma discussão entre hóspedes chamou a atenção da equipe de segurança. Uma funcionária do setor foi até o local para intermediar a situação e acalmar os ânimos. A tentativa de mediação, no entanto, teve efeito contrário.
De acordo com informações apuradas, o jovem reagiu de forma agressiva à intervenção da segurança. Ele passou a atacar verbalmente a profissional, utilizando palavras de baixo calão e chegando a chamá-la de "piranha". Em tom desafiador, o hóspede ainda teria afirmado: "a polícia sou eu".
A agressividade não se limitou às ofensas verbais. Testemunhas relatam que o homem partiu para a destruição do patrimônio do hotel, quebrando lixeiras nas dependências internas do estabelecimento. Toda a ação foi registrada pelas câmeras de segurança do local.
Diante da gravidade da situação, a Polícia Militar foi acionada. Os agentes compareceram ao hotel e conduziram o autor à Central de Flagrantes da Polícia Civil de Caldas Novas. O caso foi registrado como injúria e dano.
Após passar pelos procedimentos legais de praxe, incluindo exame no Instituto Médico Legal (IML), o jovem foi ouvido pelo delegado plantonista. A autoridade optou pela lavratura de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), e o rapaz foi liberado para responder ao processo em liberdade.
A reportagem tentou contato com a direção do hotel para obter um posicionamento oficial sobre o ocorrido, mas não houve retorno até o fechamento desta edição. O hotel continua funcionando normalmente.
O episódio expõe um problema recorrente no setor de hospitalidade: a vulnerabilidade dos profissionais de segurança e atendimento a agressões verbais e físicas. Especialistas alertam que casos como esse reforçam a necessidade de protocolos mais rígidos de proteção aos trabalhadores do turismo.
Fonte: Portal 6
Foto: Reprodução/Booking

