Cerveja de mandioca foi feita para combinar com culinária goiana, diz mestre cervejeira

Economia / 1906

Cerveja de aipim Esmera foi lançada em Goiás esta semana. Conheça ainda as etapas de produção da bebida
 
Lançada oficialmente na última terça-feira (8), a cerveja de mandioca, Esmera de Goiás,  foi pensada “para combinar perfeitamente com a culinária goiana, como galinhada, pamonha e até mesmo arroz com pequi”, afirmou a mestre cervejeira da Ambev, Daniela Kikuchi. A profissional ainda classifica a bebida como “saborosa e refrescante”.
 
“Suave, refrescante e marcante. Essas são as características que definem a Esmera de Goiás, uma cerveja que tem em sua composição a fécula de mandioca. Ela é utilizada no início do processo produtivo junto com os outros ingredientes. É essa fécula da mandioca responsável por dar essa leveza para o produto” afirma.
 
Segundo Daniela, antes de decidirem pelo uso da mandioca na produção da bebida, a empresa estudou a utilização de outros alimentos típicos do Estado.“Pensamos no Pequi e também na Jabuticaba. Contudo, com essas matérias primas não alcançaríamos o impacto social que estamos tendo com a mandioca. Nada melhor do que aderir uma cultura característica do nosso Goiás“, explica Kikuchi.
 
A Esmera de Goiás é uma cerveja do tipo Pilsen. Segundo a Ambev, a bebida tem a cor clara e sabor e aroma suave com o toque da mandioca. “É uma bebida diferente. Além disso, sua produção será destinada ao mercado regional”, afirma a empresa.
 
A produção de uma cerveja
De acordo com a mestre cervejeira da Ambev, Daniela Kikuchi, a Esmera de Goiás “segue a linha de produção de uma tradicional, com o adicional da mandioca”.
 
“Pensamos no Pequi e também na Jabuticaba. Contudo, com essas matérias primas não alcançaríamos o impacto social que estamos tendo com a mandioca. Nada melhor do que aderir uma cultura característica do nosso Goiás“, explica Kikuchi.
 
A Esmera de Goiás é uma cerveja do tipo Pilsen. Segundo a Ambev, a bebida tem a cor clara e sabor e aroma suave com o toque da mandioca. “É uma bebida diferente. Além disso, sua produção será destinada ao mercado regional”, afirma a empresa.
 
A produção de uma cerveja
De acordo com a mestre cervejeira da Ambev, Daniela Kikuchi, a Esmera de Goiás “segue a linha de produção de uma tradicional, com o adicional da mandioca”.
 
Mas como é feita uma cerveja? Segundo o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), são quatro os elementos fundamentais para a produção: água, cereais, lúpulo e fermento.
 
“Historicamente, cereais como cevada, milho, arroz e trigo são utilizados no processo, sendo o malte de cevada o principal ingrediente. O açúcar, em pequenas proporções, também pode ser utilizado”, afirma o sindicato.
 
Até chegar no produto final, são cinco as etapas de fabricação:
 
Sala de fabricação – Local onde as matérias-primas são misturadas em água e dissolvidas, para se obter uma mistura líquida açucarada chamada mosto, que é a base para a futura cerveja.
 
Fermentação – o mosto recebe fermento e é acondicionado em tanques. Nesta etapa, o fermento transforma o açúcar do mosto em álcool. A fermentação é a fase mais importante para o paladar da bebida, pois o fermento produz outras substâncias que são as responsáveis pelo aroma e pelo sabor do produto.
 
Maturação – Concluída a fermentação, a bebida é resfriada a zero grau e tem início a maturação. Nesta fase ocorrem transformações para aprimorar o sabor. A maturação leva cerca de 30 dias, variando de uma cervejaria para outra. Ao final da fase, a cerveja está praticamente pronta, com aroma e sabor finais definidos.
 
Filtração -Após maturada, a cerveja passa por uma filtração, que elimina partículas para deixar a bebida transparente e brilhante. A filtração não altera a composição ou o sabor.
 
Enchimento e pasteurização – O enchimento é a fase final do processo. Logo após, a cerveja é submetida a pasteurização, quando é envasada em garrafas ou latas. A pasteurização é um processo térmico, no qual a cerveja é submetida a um aquecimento e depois um resfriamento.